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Imperatriz marca 20% a mais de casos de hanseníase que o aceitável

Imperatriz marca 20%  a mais de casos de hanseníase que o aceitável

Todos a favor da saúde.

Ascom, Marcelo Nunes

A cidade de Imperatriz em 2019, marcou 20% a mais de casos aceitável de hanseníase no país, segundo o Movimento de Reintegração de Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan). Também, de acordo com os dados do mesmo ano, o Maranhão ocupa o segundo lugar no ranking nacional como o estado do Brasil com mais casos diagnosticados. Em virtude da data, o Hospital São Rafael pontua a importância do dia nacional do combate à patologia. 

(Imagem: Ascom, divulgação)

(Imagem: Ascom, divulgação)

 

No dia 27 de janeiro, é comemorado o dia nacional do combate à hanseníase. Data é marcada por ações em todo país, que tem como debate a prevenção e tratamento da patologia. Segundo a  Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 2018 e 2019, foi diagnosticado no mundo 210.671 novos casos de hanseníase, só no Brasil foram diagnosticado 26.875 portadores, representando (12,7%) do gráfico geral.

 

A data  tem como objetivo conscientizar o portador da patologia e a sociedade sobre a Hanseníase. A doença é uma infecção crônica normalmente causada pelo bacilo álcool-ácido resistente Mycobacterium leprae, que apresenta um tropismo incomparável pelos nervos periféricos, pele e membranas mucosas do trato respiratório superior.

 

Os sintomas na fase inicial da doença pode passar despercebida, tendo como características; mancha branca, ligeiramente mais clara do que a pele ao redor com diminuição ou ausência de sensibilidade térmica e dolorosa, geralmente única. Já na forma tuberculoide, diagnóstico mais avançado,  a manifestação mais frequente é a placa, uma mancha elevada em relação a pele ao redor, totalmente anestésica, ou seja, a pessoa não sente o frio, o calor, a dor e o toque.

 

Prevenção:

O diagnóstico precoce e o tratamento oportuno são as principais formas de prevenir as deficiências e incapacidades físicas causadas pela hanseníase. Para a prevenção de incapacidades físicas destacam-se ações fundamentais como: educação em saúde, diagnóstico precoce, tratamento regular com a poliquimioterapia, vigilância dos contatos, detecção precoce e tratamento das reações e neurites, apoio emocional e psicológico, e ainda integração social e realização do autocuidado.

O atendimento aos portadores de hanseníase em Imperatriz tem como porta de entrada a atenção primária, a partir das Unidades Básicas de Saúde. Os casos com suspeita de recidiva, menores de 15 anos, reações de difícil controle e outras complicações deverão ser encaminhados às unidades de saúde de maior complexidade para confirmação diagnóstica.

 


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